A Grande Depressão
Com a sensação de constante prosperidade, a quantidade de pessoas que compravam ações na Bolsa de Valores era grande. Na década de 1920, o seu valor global passou de 27 bilhões de dólares para 67 bilhões de dólares. A euforia era tanta que chegavam a ser feito empréstimos para comprar títulos na Bolsa. O presidente, na época Herbert Hoover chegou a afirmar que "os EUA estavam mais próximos do triunfo final sobre a pobreza do que nunca se esteve em qualquer nação."
Porém, em 1929 ocorreu a maior crise econômica da história do país.
Ao se recuperar dos estragos causados pela Primeira Guerra Mundial, a Europa passou a importar menos produtos industrializados. Porém, as indústrias norte-americanas continuaram a produção em larga escala, o que levou ao acúmulo de produtos e uma crise de superprodução. Ao perceber esse desequilíbrio, trabalhadores foram demitidos.
Em consequência, as ações na Bolsa também começaram a cair. Preocupados, os donos desses títulos procuraram vendê-los o mais rápido possível. Dia 24 de outubro, o preço das ações despencou: foi o chamado crash da Bolsa de Nova York.
O impacto foi trágico. A renda nacional foi reduzida à metade, investidores perderam todas as suas economias, bancos fecharam e deixaram seus clientes sem dinheiro, um enorme número de fábricas e lojas faliram, 15 milhões de trabalhadores ficaram desempregados.
Com a grande quantidade de pessoas que ficaram desabrigadas, foram criadas as Hoovervilles (derivado do nome do presidente), tendas nas favelas em várias cidades dos Estados Unidos. A alimentação das pessoas ficaram em encargo de instituições de caridade, que levavam sopa à população.
Como a economia estado-unidense era baseada no comércio com outros países, as consequências da Grande Depressão foram globais. No Brasil, o preço do café ficou extremamente desvalorizado, pois como os países para quem eram feitas as exportações não estavam mais comprando devido à crise, ocorreu uma superprodução cafeeira.
Porém, em 1929 ocorreu a maior crise econômica da história do país.
Ao se recuperar dos estragos causados pela Primeira Guerra Mundial, a Europa passou a importar menos produtos industrializados. Porém, as indústrias norte-americanas continuaram a produção em larga escala, o que levou ao acúmulo de produtos e uma crise de superprodução. Ao perceber esse desequilíbrio, trabalhadores foram demitidos.
Em consequência, as ações na Bolsa também começaram a cair. Preocupados, os donos desses títulos procuraram vendê-los o mais rápido possível. Dia 24 de outubro, o preço das ações despencou: foi o chamado crash da Bolsa de Nova York.
O impacto foi trágico. A renda nacional foi reduzida à metade, investidores perderam todas as suas economias, bancos fecharam e deixaram seus clientes sem dinheiro, um enorme número de fábricas e lojas faliram, 15 milhões de trabalhadores ficaram desempregados.
Com a grande quantidade de pessoas que ficaram desabrigadas, foram criadas as Hoovervilles (derivado do nome do presidente), tendas nas favelas em várias cidades dos Estados Unidos. A alimentação das pessoas ficaram em encargo de instituições de caridade, que levavam sopa à população.
Como a economia estado-unidense era baseada no comércio com outros países, as consequências da Grande Depressão foram globais. No Brasil, o preço do café ficou extremamente desvalorizado, pois como os países para quem eram feitas as exportações não estavam mais comprando devido à crise, ocorreu uma superprodução cafeeira.
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