O Domingo Sangrento
A população russa estava cada vez mais descontente com o governo. Em 1905, a derrota na guerra Russo-Japonesa agravou esse sentimento. Neste ano, cerca de 200 mil pessoas saíram às ruas da capital do país, São Petersburgo, reivindicando a implantação de uma Assembleia Constituinte e melhores condições de vida. Embora a manifestação fosse pacífica, forças do governo reprimiram a multidão e mataram aproximadamente de mil pessoas.
Esse episódio ficou conhecido como domingo sangrento e repercutiu em toda a Rússia. Os protestos se tornaram radicais: greves, saques e manifestações surgiram por toda parte.
Então foram criados os sovietes. Eram conselhos formados por representantes de trabalhadores para tomar decisões políticas nas lutas contra o czarismo. O soviete mais importante era Leon Trotski, de São Petersburgo.
Deixado sem escolhas pelo grande movimento, o czar Nicolau II legalizou os partidos políticos e cedeu poderes legislativos à Duma (Casa Menor do parlamento), algumas das exigências da população. Porém, paralelamente, reprimiu rigidamente os sovietes e os grevistas, prendendo os seus líderes, entre eles Trotski.
Apesar da adesão da população com as manifestações, o governo de Nicolau II continuou com características autoritárias, entre elas, a forte censura à imprensa.
Esse episódio ficou conhecido como domingo sangrento e repercutiu em toda a Rússia. Os protestos se tornaram radicais: greves, saques e manifestações surgiram por toda parte.
Então foram criados os sovietes. Eram conselhos formados por representantes de trabalhadores para tomar decisões políticas nas lutas contra o czarismo. O soviete mais importante era Leon Trotski, de São Petersburgo.
Deixado sem escolhas pelo grande movimento, o czar Nicolau II legalizou os partidos políticos e cedeu poderes legislativos à Duma (Casa Menor do parlamento), algumas das exigências da população. Porém, paralelamente, reprimiu rigidamente os sovietes e os grevistas, prendendo os seus líderes, entre eles Trotski.
Apesar da adesão da população com as manifestações, o governo de Nicolau II continuou com características autoritárias, entre elas, a forte censura à imprensa.
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